O parasita feminista

19Este é meu manifesto contra o feminismo:

A nossa sociedade parece viver de “utopismos”, quer sempre se esconder atrás de discursos decorados, sonhos mirabolantes e paraísos terrestres. Você pode me questionar: “mas qual o problema em sonhar”? Nenhum, todavia, não podemos atravessar a realidade com nossas “nárnias”, não podemos e nem devemos usar de causas dignas para implantar nossos ditames como se fossem realidade. Escuto discursos de revolução homossexual, revolução negra, revolução proletária e revolução feminista, todos estão sempre prontos para mudar o outro ou dizer como o mundo deve ser, mas quem elegeu estes para oráculos, quem faz de vocês seres homericos? Estes estão sempre prontos para dizer ao mundo sua verdade incontestável, verdade, aliás, que até outrora diziam aos crentes que devia ser relativizada e que agora são expostas como a maior de todas as revelações, o decálogo da modernidade.

Chavões como: “meu corpo minha regra”, “tire o seu terço do meu útero”, “ninguém nasce mulher” e outros do mesmo tipo, são vomitadas em nossas redes sociais e debates, chavões repetidos ao extremo, frases sem reflexão alguma, verdadeiras filosofias de bordeis.

Usam de discursos extremamente sérios e pulsantes na sociedade como um meio de imposição social, todos estão prontos para revolucionar, mas ninguém esta pronta para oferecer uma solução que transcenda o discurso pré-determinado. A lógica passa longe destas falas, para as feministas a sociedade justa requer supressão dos homens, para as “abortistas” permissão estatal para matar, para a comunidade LGBT supressão de opiniões religiosas. A sociedade justa, para eles, se obtém através de sucessivas e totalitárias imposições de verdades, quando se possui opiniões contrárias, usam de novos chavões para difamar pessoalmente aqueles que deles discordam. Não se quer debate, se quer aceitação incontestada, querem dogmas nos quais não se pode duvidar sem cair em anátema social.

Seus discursos são baixos e parasitários. Ora, quem em sã consciência é a favor de espancamento de mulheres? Quem em sã consciência é a favor da morte de um gay? Quem em sã consciência não se compadece de uma mulher estuprada? Óbvio que há exceções na sociedade, sempre haverá um grupo de doentes que se colocam acima do bem e do mal e compartilham dessas ideias. Entretanto, o maior dos desrespeitos é usar de 02lutas justas para fins políticos que nada querem com os princípios destas massas de manobra, apenas deixam que se divirtam e trabalhem arduamente para desestruturar a sociedade enquanto o Estado surgirá como “O grande Irmão” (tese, antitese e sintese). Usam de mulheres desesperadas e machucadas para psicologicamente implantar os seus anseios revolucionários. Parasitas, este é o nome, sugam a vitalidade e inocência política dos jovens para fazerem seus exércitos de zumbis de discursos decorados, nunca dizem o verdadeiro fim que está por trás de toda espalhafatosa e irracional maneira de manifestarem, nunca dizem os fins que se esperam das ideias que se defendem, façam um teste, questione as feministas sobre como será a sociedade liberta que elas esperam, muitas, quase todas não saberão lhe responder. Usam de teorias, como a ideia de gênero que, em seu fim, como Judith Butler afirma, não há classificação sexual alguma. Como em sã consciência o feminismo pode defender e usar de ideias que em si aniquila o próprio conceito de “mulher? Isto é burrice

20Andam nuas na frente de crianças e senhores em suas manifestações, ao mesmo tempo que pedem respeito a seus corpos, corpos que usaram de estandarte pútrido de uma ideologia. Lutam contra a “coisificação” do corpo feminino, mas como maneira de buscarem seus fins “objetificam” a seus corpos. São usados como lenço de catarro, são humilhadas enquanto pensam que estão exaltando a raça “mulheres”, são pisoteadas por discursos doutrinários que faz-se acreditar que é pela salvação humana feminina. Como se a função da mulher é inventar novas e mirabolantes sociedades onde a opressão acabará pela imposição de meias palavras inventadas por uma filósofa de twitter.

Deixe-me dar uma dica para salvarem o mundo, ao invés de criarem revolucionários, criem uma sociedade disposta a pensar sem ideologias extremistas, criem uma juventude pronta para cuidarem de suas vidas e não se prostituirem com a primeira ideia que lhe pareça bonitinha, não lhes cabem o ônus de usar do mundo como tubo de ensaio para suas perturbadoras teorias idiotas.

Por: Pedro Henrique

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